“Todos sabemos que adiámos por anos demais a tomada de decisões concretas que defendam a natureza e o oceano, que são essenciais à nossa existência”, afirmou o diretor da Fundação, Tiago Pitta e Cunha.

O objetivo da campanha “RISE UP”; que já é subscrita por mais de quatro centenas de organizações, é conseguir a tomada de medidas como a suspensão de novas explorações de hidrocarbonetos, proibir a pesca de arrasto ou a utilização de todos os plásticos de uso único até 2025.

São ações “ousadas e urgentes” que querem passar “aos governos e empresas para que se comprometam” com a salvaguarda dos oceanos.

As metas a atingir são “travar a extinção em massa de espécies marinhas, a redução da biomassa do oceano, o desaparecimento dos recifes de coral, o aumento da temperatura e da acidificação do mar; a destruição da natureza nas áreas costeiras e a deterioração dos principais ecossistemas marinhos”.

Entre as organizações que a apoiam estão algumas das principais associações ambientalistas mundiais, como a WWF, e nacionais, como a Quercus ou a Liga para a Proteção da Natureza.

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