Quatro dias após o Matthew ter descarregado a sua fúria sobre esta parte da ilha das Caraíbas, dividida com a República Dominicana, a magnitude da tragédia apenas começou hoje a ser conhecida devido a muitas zonas do sul, a região mais afetada, terem ficado isoladas e sem eletricidade ou telefone.

Os serviços de emergência continuavam a chegar às comunidades mais atingidas pela intempérie, enquanto dezenas de feridos começavam a chegar à capital Porto Príncipe, provenientes da cidade de Dame Marie, no sul, na pior catástrofe no país desde o sismo de 2010 que deixou pelo menos 160.000 mortos.

O Governo haitiano reconheceu que a situação é catastrófica no sul do país e apelou à ajuda internacional.

Os Estados Unidos já anunciaram o envio de um navio com diverso auxílio, enquanto o Presidente francês, François Hollande, disponibilizou ajuda de emergência ao país mais pobre de todo o continente americano “de forma rápida e em coordenação com os parceiros europeus”.

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