“Pensamos que existe uma oportunidade de pôr termo a esta trágica crise. Não pouparemos nenhum esforço” para travar o conflito, segundo a declaração, que reitera a necessidade de um “processo político inclusivo sob a égide da ONU”.

“Se a Rússia está preparada para utilizar a sua influência de forma positiva, estamos dispostos a trabalhar em conjunto para resolver o conflito, procurando uma resolução política”, escreveram os países do G7 (Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão).

“Estamos prontos em contribuir na reconstrução, logo que seja iniciada uma transição política credível”, acrescentaram, e aguardando que os acordos de Astana “contribuam concretamente para reduzir a violência”.

A Rússia e o Irão, aliados do regime sírio, e a Turquia, que apoia uma fação rebelde, caucionam um processo de paz na Síria, no qual não participam os países ocidentais.

Em paralelo, prossegue em Genebra, sob a égide da ONU, um processo de negociações entre os beligerantes sírios.

O G7 exigiu a “instauração de um cessar-fogo efetivo, o fim da utilização das armas químicas, o acesso imediato de ajuda humanitária e a libertação das pessoas arbitrariamente detidas, e ainda o acesso às prisões” do regime.

A guerra na Síria já terá provocado mais de 320.000 mortos e milhões de refugiados desde 2011.

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