Numa portaria publicada hoje no Diário da República (DR), o Ministério das Finanças autoriza a despesa para “remotorização dos catamarãs denominados ‘Algés’, ‘Castelo’ e ‘Chiado’ com vista a repor as respetivas condições de operacionalidade, designadamente a substituição dos seus motores principais”.

O montante global máximo em causa é de 1,5 milhões de euros, mais IVA (Imposto Sobre o Valor Acrescentado), que serão inscritos “no ano de 2018 e a inscrever no ano de 2019 nos orçamentos da Transtejo”.

O pagamento da verba autorizada à Transtejo é repartido por 625.000,00 euros, valor ao qual acresce o IVA, em 2018, e por 875.000,00 euros, mais IVA em 2019.

O montante fixado para cada ano económico poderá ser acrescido do saldo apurado no ano anterior, é salientado na portaria.

Já a 08 de maio, o Governo tinha autorizado a repartição do total de 835 mil euros nos orçamentos de 2017 e 2018 da Transtejo e da Soflusa para pagamento de encargos com a reparação de três catamarãs que asseguram a ligação fluvial a Lisboa.

A Transtejo foi então autorizada a assumir encargos para intervenções nos catamarãs “Carnide” e “Castelo”, com vista a repor as respetivas condições de operacionalidade, designadamente a docagem para a realização de serviços de reparação.

No caso do “Carnide”, foi autorizada a despesa global (para os dois anos) de 239.981,30 euros mais IVA e para o “Castelo” o montante global de 205.000,00 euros (acrescidos de IVA), inscritos no orçamento da empresa.

A Transtejo explora os transportes fluviais de passageiros nas ligações Montijo-Lisboa, Seixal-Lisboa, Cacilhas-Lisboa, Trafaria-Porto Brandão-Belém.

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