“Toda a gente tem de entender que para alcançar o objetivo vai ser preciso encerrar reatores (…) provavelmente até 17. Temos de ver o que se vai passar”, disse hoje o ministro em entrevista à estação de rádio RTL.

Hulot reiterou a ideia de que para se conseguir atingir a meta estabelecida pela lei de transição energética é preciso baixar o consumo e diversificar a produção de energia o que vai permitir “encerrar um número de reatores”.

O ministro acrescentou que os planos de encerramento devem considerar “a situação económica, social e de segurança”, fatores diferentes em cada central.

Na quinta-feira, o ministro francês da Ecologia apresentou um plano climático que incluiu a proibição de venda de automóveis a gasolina ou gasóleo a partir de 2040, em França.

No caso da produção do carvão para fins energéticos, a França quer também encerrar, até 2022, cinco por cento das centrais do combustível fóssil.

Sendo assim, a aposta nas energias renováveis deve conhecer um aumento de 32 por cento até 2030.

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