A Coreia do Norte disparou hoje um míssil balístico que sobrevoou o Japão antes de cair no oceano Pacífico.

Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) diz hoje que o Governo Português condena o lançamento, que "constitui mais uma flagrante violação das obrigações definidas em diversas Resoluções do Conselho de Segurança da ONU e compromete claramente a segurança regional e internacional".

"O Governo português reitera o seu empenho no rigoroso cumprimento das sanções unanimemente impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, assim como das medidas autónomas restritivas da União Europeia", acrescenta o mesmo comunicado do ministério tutelado por Augusto Santos Silva.

O MNE "exorta novamente a República Popular Democrática da Coreia a retomar um diálogo sério com a comunidade internacional, no sentido de um abandono completo, verificável e irreversível dos seus programas balístico e nuclear, que desafiam os regimes internacionais de não proliferação e desarmamento, colocando em risco a paz e a estabilidade".

O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se de urgência a pedido de Washington e de Tóquio, tendo o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, chamado a atenção para uma “ameaça grave e sem precedentes”.

Na conferência sobre o desarmamento, os embaixadores dos Estados Unidos, da União Europeia, do Japão e da Austrália tomaram a palavra para condenar o disparo do míssil.

O embaixador da Coreia do Norte na ONU afirmou por seu lado que Pyongyang tem “direito à autodefesa” face às “intenções hostis” mostradas pelos Estados Unidos, algumas horas após ter disparado um míssil sobre o Japão.

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