A posição de Lisboa foi transmitida hoje de manhã pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, questionado pelos jornalistas à margem do segundo encontro de professores do ensino português no estrangeiro, que decorre hoje na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

“O mais importante é que Timor-Leste deu, mais uma vez, uma lição de exercício democrático, com eleições livres, claras, resultados transparentes, aceites por todos. Mais uma vez, Timor-Leste mostrou que, sendo uma jovem nação, é uma nação que já incorporou os princípios essenciais de uma democracia”, afirmou o chefe da diplomacia portuguesa.

A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), de Mari Alkatiri, venceu as legislativas timorenses de sábado com uma vantagem de cerca de mil votos em relação ao Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), de Xanana Gusmão.

A Fretilin conquistou 23 mandatos e o CNRT elegeu 22 deputados no Parlamento Nacional, onde há um total de 65 lugares, e os próximos dias são essenciais para determinar a governação do país.

Santos Silva escusou-se a comentar questões de política interna timorense, afirmando apenas: “Trabalhamos com todos os governos e todos os presidentes em Timor-Leste”.

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