... Uma sala, uma dúzia de pessoas, idades para todos os gostos. Eram 15h em ponto quando chegou a notícia: Taylor Swift vem ao NOS Alive!

“NÃO!”, desesperaram uns.

“Não acredito! Não acredito! Não acredito!”, vibraram outros.

“Nem sei bem quem é, na verdade”, reviraram os olhos pelo menos dois.

(não, não vou revelar qual destas foi a minha reação)

A variedade de reações ajuda-nos a lembrar como é importante não acharmos que há óbvios universais.

Lançada a histeria, perguntámo-nos se não valeria a pena recordar porque é que Taylor Swift é “uma cena”.

Pois é isso que ficamos a perceber no artigo do Paulo André Cecílio. Diz assim quase no início: “‘Odiadores vão odiar’, que é como quem diz, ‘a tua opinião não conta para nada. É lidar’”. A frase remete para uma música da artista e deixa o mote para explicar o nascimento de uma estrela.

Se há uns que entram em cena aos 16 anos, há outros que fazem entrar no Parlamento novos partidos. Foi o caso de André Silva, que em 2015 chegou às cadeiras por que os partidos vão estar a lutar até ao dia 6 de outubro.

Para nos ajudar a perceber que propostas trazem os defensores das Pessoas Animais e Natureza, a Isabel Tavares esteve à conversa com o líder do partido. A entrevista está aqui e inclui as habituais perguntas à queima-roupa.

Para terminar, deixo uma sugestão para quem estiver no Porto ou por lá passar até 20 de outubro:

Em Serralves, está uma exposição sobre o livro de artista - Game Set Match. A ideia-base é explorar a desconstrução do conceito de livro. Estive lá na semana passada e adorei alguns dos exemplos que vi — dica para quem lá for: o espaço onde está a exposição tem também uma explicação muito gira sobre a iluminação da biblioteca do Museu.

O meu nome é Margarida Alpuim e hoje o dia foi assim.

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