Questionada pela Lusa relativamente ao número de animais de estimação presentes na habitação, a autarquia afirma que “não tinha conhecimento da situação, nem de reclamações da vizinhança ou sinalização de qualquer situação anormal”.

De acordo com a mesma fonte, na terça-feira será feita uma “vistoria de segurança e salubridade à fração”, seguindo-se, “ainda esta semana”, uma vistoria à totalidade do edifício afetado pelas chamas.

O município afirmou ainda que, na sequência do incêndio desta manhã, não é possível “verificar quais as condições de higiene e de habitabilidade existentes em momento anterior ao incêndio”.

Segundo a Câmara Municipal de Oeiras, as três mulheres não precisaram de ser realojadas pela autarquia, tendo sido acolhidas por elementos do agregado familiar.

O alerta para o incêndio ocorreu às 06:50, numa habitação, na rua Gil Vicente, n.º 10, em Oeiras.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), o incêndio causou seis feridos.

Fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) adiantou à Lusa que seis pessoas, três adultos e três crianças, foram assistidas por inalação de fumos.

No combate ao incêndio e assistência às vítimas estiveram uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital S. Francisco Xavier, elementos dos Bombeiros de Carcavelos, Parede, Linda-a-Pastora, Barcarena e Dafundo.

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