Os dois incêndios que a 15 de outubro de 2017 devastaram 86% do Pinhal de Leiria tiveram "mão criminosa", disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Leiria, em janeiro.

Um ano depois, segundo fonte ligado ao processo, a investigação à suspeita de "mão criminosa" está em fase de conclusão, no inquérito que é tutelado pelo Ministério Público.

Na altura, em declarações à Lusa, a fonte da PJ de Leiria não adiantou detalhes sobre o método usado para atear os incêndios que destruíram a grande maioria daquela mancha florestal, frisando que a investigação se mantém e que o inquérito "ainda não terminou".

O jornal Expresso afirmava nessa altura que num dos incêndios do pinhal de Leiria "foi usado um engenho artesanal para atear o fogo", embora os investigadores não tenham ainda conseguido identificar os autores.

Estes incêndios destruíram mais de 80% do Pinhal do Leiria, naquele que foi considerado o pior dia do ano de 2017 em fogos.

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