O pontífice referiu-se a essa questão ao apontar que hoje vivemos num mundo globalizado "cada vez mais interconectado e habitado por povos que fazem parte de uma comunidade global".

"Por exemplo, se a Amazónia arde não é um problema apenas dessa região, é um problema global. O fenómeno da migração não tem a ver apenas com alguns estados, mas também com a comunidade internacional", disse.

Na opinião do Papa, "atualmente, ninguém pode dizer 'isso não me afeta'".

Entre os desafios que devem ser abordados em conjunto, citou "a proteção dos direitos do Homem, a conquista da liberdade de pensamento e religião, a justiça social, o cuidado com o meio ambiente, a busca comum por um desenvolvimento sustentável, uma economia humanista ou uma política verdadeiramente a serviço do Homem".

Estes tópicos, sustentou, "não têm a ver apenas com um povo ou com uma nação, mas com o mundo inteiro".

O Papa convocou o Sínodo dos Bispos, que terá lugar no Vaticano a partir de domingo e até 27 de outubro, dedicado à Amazónia para discutir os problemas que afetam esse “pulmão” do planeta, bem como da sua evangelização, entre outras questões.

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