Ao início do dia, "o Sol registava tons vermelhos devido a uma nuvem de fumo proveniente dos incêndios", indicou à agência noticiosa AFP Patricio Urra, um responsável do instituto meteorológico chileno.

A nuvem de fumo situa-se a 6.000 metros de altitude e não está previsto nenhum fenómeno meteorológico que possa fazê-la descer em direção à superfície da terra, explicou.

De acordo com o, o material não oferece risco à saúde da população.

Em simultâneo, o Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN) difundiu imagens de satélite que mostram uma nuvem de fumo "transportado por sistemas das frentes que se deslocam de oeste para leste".

"Que consequências pode ter? Nada de verdadeiramente importante, apenas um Sol um pouco mais avermelhado", indicou o SMN no Twitter.

O serviço meteorológico Metsul, uma referência na região, indicou que os fumos poderão igualmente atingir o Rio Grande do Sul, o estado mais meridional do Brasil.

A Austrália enfrenta desde setembro gigantescos incêndios que provocaram pelo menos 25 mortos e devastaram uma superfície equivalente à ilha da Irlanda.

Os incêndios, considerados dos piores do século na Austrália, levaram países como os Estados Unidos, o Canadá, a Nova Zelândia, Singapura ou França a enviar bombeiros, helicópteros e militares para ajudar no combate aos fogos.

O primeiro-ministro australiano agradeceu, através de uma mensagem publicada na rede social Twitter, “o apoio e assistência” dados pelos “amigos internacionais” num “momento de necessidade”, e referiu também o apoio de países do Pacífico, como Vanuatu ou Papua Nova Guiné, que ofereceram dinheiro e pessoas para auxiliar.

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