Em comunicado, a ASF-ASAE adianta que durante vigília, que se realiza entre as 15:00 do dia 20 e as 15:00 do dia seguinte, vão ser acesas 230 velas, “uma por cada um dos inspetores que têm sido gravemente lesados nos seus direitos laborais com esta inércia legislativas de sucessivos governos”.

Os inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica vão também começar a recolher assinaturas para entregarem uma petição pública na Assembleia da República, além de admitirem outras formas de luta, nomeadamente uma greve, adianta o sindicato, explicando que o estatuto de carreira, cuja conclusão estava prevista para abril, tem vindo a ser negociado com o secretário de Estado Adjunto e do Comércio.

“Dois meses volvidos, o processo negocial não apenas está por concluir, como se encontra longe da sua conclusão”, sublinha a ASF-ASAE, que repudia o Governo por continuar a “protelar a verdadeira negociação de um estatuto carreira”.

Segundo o sindicato, o Governo continua a recusar negociar temas como os regimes de aposentação e de horário de trabalho, regras de transição para a carreira única, subsídio de risco e regime remuneratório, tratando-se das principais reivindicações dos inspetores da ASAE.

A ASF-ASAE sublinha que a grande parte das reivindicações são “o retomar de direitos perdidos quando foi criada a ASAE e se extinguiram os organismos ao qual sucedeu”.

O sindicato refere ainda que o Governo se recusa a apresentar uma proposta de estatuto de carreira “válida, digna e completa, quebrando o compromisso assumido”.

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