Segundo a Irna, que cita fontes “bem informadas”, homens armados e vestidos com uniformes da Guarda alvejaram o local onde militares e comandantes da polícia estavam sentados.

O ataque matou pelo menos oito membros da Guarda Revolucionária, grupo de elite do país, informaram os media locais.

A agência Irna também relatou que havia mulheres e crianças entre os espetadores da parada militar, referindo ainda que o número de mortos poderá subir.

Nenhum grupo reivindicou ainda a autoria do ataque, que aconteceu em Ahvaz, capital do Khuzistão, no sudoeste do país.

Teerão acusou "um regime estrangeiro" apoiado pelos Estados Unidos de ser responsável pelo atentado em Ahvaz.

"Terroristas recrutados, treinados e pagos por um regime estrangeiro atacaram Ahvaz [...]. O Irão considera que os patrocinadores regionais do terrorismo e os seus mestres norte-americanos são responsáveis pelos ataques", escreve o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Mohammad Javad Zarif, na sua conta no Twitter.

"O Irão reagirá rapidamente e firmemente para defender as vidas iranianas", acrescenta o ministro.
Citado hoje pela agência Isna, Ramezan Sharif, porta-voz da Guarda Revolucionária Iraniana, exército ideológico do Irão, acusou os atacantes de estarem ligados a um grupo separatista árabe apoiado pela Arábia Saudita.


*Artigo atualizado às 11h48

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.