No total, 2.925.265 pessoas foram infetadas no país desde o início da pandemia, há um ano, tendo-se registado 97.699 mortos.

Os valores diários divulgados hoje traduzem uma diminuição, pelo segundo dia consecutivo, quer do número de mortes, quer de novos contágios, comparando com 280 e 18.916, respetivamente, na sexta-feira.

Em Itália, a pressão sobre os hospitais tem vindo a aumentar e vários já ultrapassaram o nível de alerta. Dos atuais 422.365 casos ativos de covid-19 no país, 20.869 estão internados, mais 281 do que no dia anterior (20.588), e 2.231 pessoas estão nas unidades de cuidados intensivos, o que representa um aumento de 15.

Em relação à vacinação, já foram inoculadas 4.258.271 doses no país e 1.396.221 pessoas já receberam a vacina completa, sendo consideradas imunizadas.

Dado o atual contexto, o Comité Técnico Científico (CTS), responsável pela gestão da situação de emergência sanitária, recomendou ao Governo que feche as escolas de todos os níveis nas “zonas vermelhas”, com maiores restrições ou onde a taxa de incidência for superior a 250 casos por cada 100 mil habitantes.

Neste momento, encontram-se nessa situação as regiões de Abruzos (centro), Basilicata (sul) – ambos na “zona vermelha” – e Campânia (sul), com uma incidência elevada em particular na capital, Nápoles. Outras áreas também admitem vir a adotar esta medida.

Na zona de risco intermédio ou “zonas laranja” estão, além da Campânia, a Lombardia, Piemonte (norte), As Marcas (centro), Emília-Romanha, Ligúria, Toscana e as províncias autónomas de Bolzano e Trentino (norte) e Úmbria (centro).

As restantes regiões, como Lácio, com Roma como capital, permanecerão como “zona amarela” ou de baixo risco.

A exceção é a ilha de Sardenha, que no sábado se tornou a primeira região da Itália a ficar livre de restrições, mantendo-se como únicas medidas o uso da máscara e o distanciamento social.

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