“Gostaria de comunicar a todos a indicação de Ricardo Velez Rodriguez, filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente professor emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, para o cargo de ministro da Educação”, escreveu Bolsonaro, na sua conta de Twitter.

Nascido em Bogotá, na Colômbia, Rodriguez é formado em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana e em Teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá. Atualmemte é docente associado da Universidade Federal de Juiz de Fora, no estado brasileiro de Minas Gerais.

O futuro ministro da Educação brasileiro é, também, autor da obra “A Grande Mentira. Lula e o Patrimonialismo Petista”, na qual tece críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Na sinopse do livro lê-se que “o PT conseguiu potencializar as raízes da violência, que já estavam presentes na formação patrimonialista” do Estado brasileiro “e que se reforçaram com o narcotráfico, mediante a disseminação, ao longo dos últimos 13 anos, de uma perniciosa ideologia que já vinha inspirando a ação política do Partido dos Trabalhadores, a ‘revolução cultural gramsciana'”, numa alusão a António Gramsci, comunista italiano.

No seu blogue, a 7 de novembro, Ricardo Velez Rodrigues já escrevia acerca da possibilidade de aceitar o convite de Bolsonaro.

“Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC (Ministério da Educação), a proposta de governo exteriorizada pelo candidato Jair Bolsonaro, de ‘Mais Brasil, menos Brasília'”, disse.

O futuro chefe de Estado brasileiro já tinha afirmado que o ministro da Educação seria alguém com “autoridade”, capaz de entender que o Brasil é um país “conservador”.

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