"Anuncio o meu regresso a casa desde o Equador, país irmão, que hoje restabelece relações produtivas com o nosso povo (...) não apenas por causa da crise migratória, mas também devido ao flagelo da corrupção", disse o líder do parlamento venezuelano.

Guaidó discursava na cidade costeira de Salinas, ao lado do Presidente equatoriano, Lenin Moreno.

"Nesta viagem muito importante pelos nossos países irmãos da América do Sul, viemos não apenas pedir ajuda, como também procurar liberdade, democracia e prosperidade para a Venezuela", acrescentou.

Por sua vez, o chefe de Estado equatoriano expressou apoio a uma "transformação profunda" na Venezuela.

"Estaremos atentos aos sinais do povo venezuelano e a Juan Guaidó, líder e defensor desta profunda transformação que o povo venezuelano necessita", declarou Moreno.

Quito estima que vivem cerca de 250.000 venezuelanos no seu território, 100.000 com visto.

"Este estado está falido, completamente falido, não deve ir mais longe", disse Moreno, referindo-se ao Governo de Nicolás Maduro.

Maduro tem insistido que Guaidó deverá "prestar contas nos tribunais" quando regressar ao país.

No mesmo dia, o Governo brasileiro exigiu o regresso de Juan Gaidó à Venezuela sem incidentes e sem violações dos seus direitos.

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