Uma fonte do Ministério da Saúde indicou que neste momento existem “pelo menos 20 desaparecidos”, enquanto prosseguem as buscas sob os escombros após a catástrofe que também provocou mais de 6.000 feridos.

Por sua vez, o exército libanês anunciou num breve comunicado que equipas de resgate locais, juntamente com equipas de busca da França e Rússia, resgataram mais cinco mortos.

No domingo, o chefe do batalhão de engenharia do exército libanês, Rojeh Khoury, anunciou o fim da primeira fase das operações de busca e resgate após três dias de trabalhos que envolveram equipas libanesas e internacionais.

Khoury acrescentou que não foram encontrados sobreviventes e que a partir deste momento “diminuiu a esperança de encontrar pessoas com vida”, apesar de prosseguirem as operações para resgatar corpos entre os escombros.

O mesmo responsável precisou que elementos turcos, franceses e russos das equipas de resgate continuam a apoiar os libaneses na “zona vermelha”, a mais atingida pela explosão, enquanto outras equipas de diversos países já se retiraram após darem por concluída a sua missão.

A deflagração ocorreu num armazém do porto onde estavam depositadas desde 2014 cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amónio sem as devidas medidas de segurança, de acordo com as autoridades, apesar de ainda se desconhecer o que provocou a deflagração.

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