“O número de mortos é de 154, incluindo 25 que ainda não foram identificados”, disse o oficial, citado pela agência AFP, adiantando ter “60 pessoas ainda desaparecidas”.

O ministério da saúde localdisse, na sexta-feira, que pelo menos 120 das mais de 5.000 pessoas feridas na explosão na terça-feira ainda estavam em estado crítico.

A explosão no porto de Beirute foi causada por várias toneladas de nitrato de amónio, que estavam armazenadas seis anos num armazém “sem medidas de precaução”, como reconheceu o próprio governo do Líbano.

Milhares de libaneses são esperados hoje numa manifestação em Beirute contra os líderes do país, que culpam pelo desastre.

O presidente libanês Michel Aoun rejeitou na sexta-feira qualquer investigação internacional sobre a explosão, acreditando que só diluiria a verdade.

Entretanto, cerca de 20 funcionários do porto e da alfândega foram presos, segundo fontes judiciais e de segurança, entre eles o diretor-geral da alfândega, Badri Daher, e o presidente do conselho de administração do porto, Hassan Koraytem.

As explosões que atingiram Beirute na terça-feira, causaram pelo menos 154 mortos e cerca de 5.000 feridos, segundo o último balanço das autoridades libanesas.

Até 300.000 pessoas terão ficado sem casa devido às explosões, indicou o governador da capital do Líbano, Marwan Abboud.

Na terça-feira, o Governo português disse não ter indicações de que haja cidadãos nacionais entre as vítimas.

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