“Esta operação, uma das mais complexas alguma vez realizadas em Portugal, sob coordenação da Secretária Geral do Sistema de Segurança Interna, em matéria de segurança interna, traduziu da melhor forma o elevado grau de competência das diferentes estruturas do País em matéria de Segurança e Proteção e Socorro, as quais trabalham diariamente para que Portugal continue a ser considerado como um dos países mais seguros do Mundo”, refere a nota do gabinete da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

Aos mais de 16 mil militares da GNR envolvidos na operação, a força de segurança com competência territorial na localidade de Fátima, a ministra enalteceu o “elevado profissionalismo, proximidade, sentido de missão e abnegação, garantindo de forma direta a segurança dos peregrinos e do Santuário”, referindo ainda a “atuação amplamente elogiada e reconhecida por todos aqueles que testemunharam o seu inexcedível empenho, sem que tivesse sido colocada em causa a segurança de todo o país”.

Ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), a ministra agradeceu o trabalho que garantiu a segurança nas fronteiras, e à Polícia de Segurança Pública, nomeadamente ao seu corpo de Segurança Pessoal, o trabalho de segurança pessoal ao papa e outras altas entidades.

Constança Urbano de Sousa destacou ainda a Proteção Civil, o INEM, os bombeiros e a Cruz Vermelha na prestação de “pronto socorro a todos que dele precisaram”.

“Todos são, assim, credores de público reconhecimento e gratidão”, conclui a nota.

O papa Francisco esteve na sexta-feira e sábado em Portugal, em visita ao Santuário de Fátima.

No sábado presidiu, no Santuário de Fátima, à cerimónia de canonização dos pastores Jacinta e Francisco Marto, crianças que, com a sua prima, Lúcia, afirmaram ter visto Nossa Senhora, na Cova da Iria, em 1917.

Além de presidir às cerimónias do Centenário das Aparições, o papa, que chegou a Portugal na sexta-feira à Base Aérea de Monte Real, no concelho de Leiria, teve encontros com o Presidente da República e o primeiro-ministro, participou na bênção das velas e almoçou com os bispos portugueses.

Nas intervenções que fez em Fátima, Francisco deixou apelos à paz e à concórdia e lembrou os excluídos da sociedade e todos os que sofrem em consequência dos conflitos em vários países do mundo.

Francisco foi o quarto papa a visitar Portugal. Antes tinham-se deslocado ao Santuário de Fátima Paulo VI (1967), João Paulo II (1982, 1991 e 2000) e Bento XVI (2010).

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