“Os recursos empenhados totalizam 14.505 efetivos (688 oficiais, 2.507 sargentos, 11.308 praças e dois civis); 3.388 viaturas que percorreram 452.713 quilómetros; 305 máquinas de rasto; reabastecimento de 82 aeronaves em quatro bases aéreas, utilização de sete aeronaves, bem como de 29 infraestruturas aeronáuticas para apoiar as missões de evacuação aeromédica e na montagem e desmontagem de uma ponte militar”, indica o documento do EMGFA.

Entre várias ações, o comunicado aponta que o apoio aos incêndios florestais na Região Autónoma da Madeira, durante o verão passado, envolveu 145 militares e 97 viaturas, além de uma missão de transporte de uma força de bombeiros e carga de Lisboa para o Funchal.

Por outro lado, as ações de patrulhamento e vigilância de áreas florestais no continente contaram com o envolvimento de 3.413 militares e 1.471 viaturas, entre 01 de julho e 15 de outubro, tendo percorrido mais de 188 mil quilómetros.

Além do patrulhamento e vigilância, o EMGFA destaca o apoio em reabastecimento de combustível de 82 aeronaves do dispositivo aéreo de combate a incêndios florestais nas bases aéreas do Monte Real, Beja, Aeródromo de Trânsito nº01 (Lisboa) e Aeródromo de Manobra nº01 (Ovar).

O comunicado refere que as Forças Armadas prestarem também apoio a 29 missões de evacuação aeromédica e foram responsáveis pela montagem de uma ponte militar em Maiorca, Figueira da Foz, que esteve aberta ao trânsito durante cerca de um mês.

As Forças Armadas estiveram envolvidas nas várias ações de proteção civil em resposta a solicitações da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no Continente e dos Serviços Regionais de Proteção Civil (SRPC), nas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira.

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