No final da cerimónia de abertura solene do Ano Letivo da Escola Naval e encerramento das Jornadas do Mar 2016, que decorreram hoje na Escola Naval, em Almada, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado pelos jornalistas sobre as reuniões com os parceiros sociais, marcadas para a próxima semana.

"Eu espero dizer que seria importante para o país um entendimento, pequeno que fosse, a médio prazo, a 2019 ou 2020. Vamos ver se é possível haver a recetividade por parte dos parceiros patronais e laborais", respondeu.

Na terça-feira, em Viseu, Marcelo Rebelo de Sousa tinha anunciado que pretendia receber na próxima semana todos os parceiros sociais para debater a necessidade de um acordo de concertação social que inclua, entre outros pontos, o salário mínimo nacional.

Sobre o impasse na Caixa Geral de Depósitos a propósito das declarações de rendimentos dos administradores, Marcelo Rebelo de Sousa reiterou que "tudo o que tinha a dizer está dito e que não há nada de novo que tenha alterado".

"Quando entendo que devo falar, falo ou de alguma maneira dou a conhecer a minha opinião. Neste momento não há nada a dizer", reafirmou, perante a insistência dos jornalistas.

Depois de ter colocado, ao início da tarde, na página da Presidência da República uma nota onde manifestou pesar pela morte do cantor e músico canadiano Leonard Cohen, Marcelo Rebelo de Sousa foi de novo questionado pelos jornalistas sobre esta perda do mundo musical.

"Guardo recordações pessoais ótimas dos vários espetáculos a que assisti e como Presidente da República tenho que admitir que foi um nome importante da música a nível mundial", enalteceu.

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