Marques Mendes esteve esta tarde no 40.º Congresso Nacional do PSD, no Pavilhão Rosa Mota, no Porto, e justificou aos jornalistas que a sua presença mantém a coerência do passado, já que esteve na primeira reunião magna da liderança de Passos Coelho e de Rui Rio.

Questionado sobre as escolhas para os órgãos nacionais do novo presidente, o antigo líder social-democrata considerou que esta “é uma boa equipa”.

“Acho que Luís Montenegro primeiro surpreendeu. Na política, o efeito surpresa é bom”, começou por referir.

Em segundo lugar, na análise de Marques Mendes, Montenegro deu “um sinal de unidade claríssimo” e “isso é muito positivo”.

“E terceiro, dá um sinal de aposta na qualidade porque há várias pessoas ali, sobretudo ao nível da Comissão Permanente, de enorme qualidade política”, elogiou.

Para o também comentador da SIC, o novo presidente do partido fez boas escolhas e conseguiu “surpresa, unidade e qualidade”.

“Eu vim apenas ao congresso não tanto por uma questão política porque senão tinha feito uma intervenção, mas mantendo a coerência do passado por uma razão de afetividade. Não vou agora fazer considerações políticas”, respondeu.

Reiterando que não se deslocou ao congresso para fazer análise política, Marques Mendes apenas reiterou que o “líder eleito agora não é um líder de transição nem um líder a prazo”.

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