"O terceiro período [do ano letivo] será muito especial. O ensino à distância trará muitos desafios e em Matosinhos não queremos que ninguém fique para trás. Vamos distribuir equipamentos e custear o acesso à Internet, quando necessário", disse à agência Lusa, Luísa Salgueiro, dia 15 de abril.

Em causa está o facto do Governo ter decidido manter as escolas fechadas até ao final do ano letivo devido à pandemia covid-19, uma decisão que poderá vir a ser reavaliada apenas no que diz respeito ao Secundário (10.º, 11.º e 12.º anos).

Esta medida acarreta a necessidade de criar alternativas de aprendizagem, como a telescola ou o  ensino à distância via 'online'.

Luísa Salgueiro adiantou à Lusa que a autarquia decidiu adquirir 800 'tablets' para "emprestar" aos alunos do 1.º Ciclo, enquanto os alunos do 2.º, 3.º e do Secundário beneficiarão de 500 computadores portáteis.

"Bem sabemos que para a telescola não são necessários 'tablets', mas consideramos que a relação aluno/professor deve manter-se e ser promovida nomeadamente na vertente de atividades extracurriculares", disse a autarca.

O investimento, que a autarca adjetivou de "prioritário", nesta medida ronda os 420 mil euros.

"Quero agradecer muito à comunidade educativa, aos diretores de agrupamento, mas especialmente aos professores que souberam adaptar-se a uma realidade muito desafiante", referiu.

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