De acordo com os dados do Portal do Serviço Nacional de Saúde, consultados pela agência Lusa, 19 doentes com pulseira amarela (urgente) encontravam-se às 11:45 de hoje no serviço de urgência central do Hospital Santa Maria, tendo um tempo médio de espera de 11 horas e 10 minutos, quando o tempo recomendado é de 60 minutos.

No Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, o tempo médio de espera é de duas horas e 21 minutos, estando a esta hora 42 pessoas no serviço de urgência.

O hospital pediátrico D. Estefânia tem um tempo médio de espera de uma hora e 17 minutos, com nove doentes a aguardar no serviço de urgência, e o Hospital São José uma hora e 26 minutos (13 doentes).

Nos hospitais Garcia de Orta, em Almada, São Francisco Xavier, e Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) o tempo médio de espera está dentro do recomendado, com 38, 33 e 39 minutos, respetivamente.

O Hospital de Santa Maria, que tem registado grandes picos de procura de urgências, explica, em comunicado, que o aumento registado resulta, não só de um maior aumento de procura por parte de utentes da área de referência do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), mas também do funcionamento em rede do Serviço Nacional de Saúde.

A triagem de Manchester, que permite avaliar o risco clínico do utente e atribuir um grau de prioridade, inclui cinco níveis: emergente (pulseira vermelha), muito urgente (laranja), urgente (amarelo), pouco urgente (verde) e não urgente (azul).

Nos casos de pulseira amarela, o primeiro atendimento não deve demorar mais de 60 minutos, e no caso da pulseira verde a recomendação é que não vá além de 120 minutos (duas horas).

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