A chefe do governo alemão e dirigente conservadora tem previstos diversos encontros, incluindo com o primeiro-ministro Alexis Tsipras do partido de esquerda Syriza, num ano de eleições legislativas e onde, de acordo com as sondagens, o seu partido não é apontado como favorito.

A porta-voz do Governo alemão, Martina Fietz, precisou que os dois dirigentes deverão abordar “questões europeias e internacionais”.

Depois de oito anos de drásticas medidas de austeridade, a Grécia anunciou em agosto a saída dos memorandos de entendimento e dos empréstimos das instituições financeiras e recomeçou a financiar-se de forma autónoma.

Em abril de 2014, e sobretudo em outubro de 2012, as visitas de Merkel, então muito impopular na Grécia, deram origem a grandes manifestações anti-austeridade em Atenas.

Estes protestos, onde surgiram diversas faixas que comparavam os atuais dirigentes alemães ao período de ocupação nazi da Grécia durante a II Guerra Mundial, tornaram-se no símbolo da rejeição dos planos de restrição orçamental impostos pelos países mais ricos, com destaque para a Alemanha, à endividada Europa do sul.

Nos últimos anos, Atenas e Berlim registaram, no entanto, uma visível reaproximação.

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