De acordo com o Metropolitano, foram removidos cerca de 2.227 metros quadrados de 'tags' (assinaturas) e outros 'graffiti', “valores sem paralelo nos últimos anos”, localizados em todas as áreas públicas das estações, em particular nos acessos interiores e exteriores.

As áreas mais vandalizadas estavam na linha Verde, seguida da Amarela, Azul e Vermelha.

Os trabalhos de limpeza começaram na linha Verde, em novembro de 2020, e foram concluídos em janeiro.

O Metro afirma ainda que criou “uma equipa permanente com formação adequada e dotada dos meios necessários que se dedicará exclusiva ou prioritariamente" à remoção destas frases, desenhos ou assinaturas nas superfícies da rede da empresa pública.

Para retirar as tintas, a transportadora utilizou produtos químicos biodegradáveis, tendo depois aplicado uma impermeabilização com um produto ‘antigraffiti', que protege as superfícies e evita a fixação de novos 'graffiti', além de facilitar a sua remoção.

Segundo o Metro, os vidros inscritos com 'graffiti' feitos com produtos ácidos ficaram completamente danificados e tiveram de ser integralmente substituídos​​​​​​​.

A empresa pública lembrou ainda que as estações do Metropolitano de Lisboa “são consideradas como uma galeria de arte subterrânea e o museu de arte pública mais visitado de Lisboa”.

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