“No norte, na área de Nof Hagalil, unidades da polícia e dos bombeiros retiraram da zona 5.000 pessoas devido aos fogos. A retirada foi efetuada com rapidez para evitar feridos. Sete casas ficaram danificadas”, disse um porta-voz policial.

Na zona do colonato de Kfar Oranim, na Cisjordânia ocupada, foram mobilizadas 25 equipas de bombeiros e seis aviões que lutam contra as chamas, e onde o vento dificulta as tarefas, e efetivos do Exército estão a ajudar no combate às chamas, informaram os ‘media’ locais.

Foram ainda registadas evacuações na zona de Umm al Qutuf, Kafr Qara e Arara, e na região nortenha de Wadi Ara.

Várias estradas foram encerradas, incluindo a 443, que liga Jerusalém a Telavive, atravessando parte da Cisjordânia.

Nesta vaga de incêndios pelo menos duas pessoas foram intoxicadas pelos fumos, e quando as temperaturas no país ultrapassaram por diversos dias os 35 graus, num mês de setembro mais quente desde que existem registos.

Os incêndios coincidem com as medidas de emergência motivadas pela segunda vaga do coronavírus, com um país confinado desde há três semanas, e uma queda da popularidade do Governo de unidade, em particular do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, acusado de corrupção e que registou um acentuado recuo nas sondagens.

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