João Costa falava em Lisboa a propósito da contratação de tarefeiros, pagos à hora, como assistentes operacionais das escolas.

O Jornal de Notícias escreve hoje que a seis dias do arranque do ano letivo, a falta de funcionário nas escolas públicas é a maior queixa dos diretores e que essa escassez está a ser disfarçada com a contratação de tarefeiros, pagos à hora.

Em três semanas e até quarta-feira, segundo o Jornal de Notícias, quase uma centena de agrupamentos já abriu concursos para admitir 536 tarefeiros, que receberão 3,82 euros ilíquidos à hora.

João Costa explicou, em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação das comemorações da Declaração dos Direitos do Homem e da adesão à Convenção Europeia dos Direitos Humanos, que estas são “prestações pontuais nas escolas para complementar carências”.

“Estamos a falar de prestações pontuais nas escolas para complementar carências pontuais também por baixa medica, mas o caminho principal é o reforço maciço de assistentes operacionais”, disse.

O secretário de Estado da Educação adiantou que o trabalho que tem sido feito pelo Governo é de reforço de assistentes operacionais para recorrer cada vez menos e progressivamente a tarefeiros.

“Em dois anos temos um reforço de 2.500 assistentes operacionais. É um caminho que estamos a trilhar”, disse, adiantando que este reforço que foi feito nos últimos anos “é um passo significativo”.

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