“Dentro do acompanhamento das questões de segurança em todo país, mas designadamente em Lisboa, estamos a trabalhar com o senhor presidente da Câmara Municipal de Lisboa e com as forças de segurança”, afirmou Eduardo Cabrita.

O governante falava à margem do XXIII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que decorre hoje em Portimão.

Um segurança, de 42 anos, morreu no sábado no Hospital de São José, em Lisboa, depois de ter sido baleado na cabeça numa discoteca da capital, disse fonte do comando da Polícia de Segurança Pública (PSP) à agência Lusa.

“Manifestamente tem havido intervenção, tem havido ação, ela está concertada e terão conhecimento das intervenções operacionais necessárias no momento próprio”, acrescentou Eduardo Cabrita.

Questionado sobre se o Governo pondera encerrar o Barrio Latino, como fez com a discoteca Urban, que esteve envolta em polémica há cerca de um mês por agressões de seguranças a dois jovens nas imediações do espaço, o ministro respondeu que não se pode “pronunciar sobre questões concretas”.

A Câmara de Lisboa anunciou, numa nota enviada à Lusa, que vai restringir o horário da discoteca Barrio Latino, após um pedido da PSP e de ter constatado irregularidades.

Segundo fonte da PSP, o segurança foi atingido na cabeça por um dos frequentadores da discoteca na zona portuária de Santos, que tinha sido expulso da discoteca depois de desacatos no interior.

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