Em conferência de imprensa, o ministro saudita afirmou também que 50% da produção de petróleo cortada devido a um ataque ao maior campo petrolífero do país, no sábado, já foi restabelecida.

O ministro adiantou também que, até ao final do mês, a capacidade de produção diária do país será de 11 milhões de barris, quando antes do ataque a cifra se situava em 9,6 milhões.

Abdulaziz bin Salman manifestou também a vontade de que a produção chegue aos 12 milhões de barris por dia até novembro.

O ministro afirmou ainda que a Aramco, empresa afetada, conseguiu “controlar os danos” e compensar a diminuição de produção nas estruturas afetadas através de aumentos de produção noutros campos petrolíferos.

“As exportações do reino não vão diminuir”, assegurou o ministro Abdulaziz bin Salman, também membro da família real saudita.

Na mesma conferência de imprensa, o presidente executivo da Aramco, Amin al Nasser, disse também que o campo de Abqaiq, afetado pelos ataques, continuou a produzir diariamente dois milhões de barris de crude.

Yassir al-Roumayyan, outro responsável da Aramco, referiu ainda que os planos de entrada da empresa em bolsa se irão manter.

O ataque de sábado ao maior campo petrolífero do mundo, na Arábia Saudita, reivindicado pelos rebeldes Huthis do Iémen, atingiu a produção de 5,7 milhões de barris de petróleo por dia no país, o equivalente a 5% da produção diária mundial.

Preço do barril de Brent desce 6,33% para 64,65 dólares

O preço do barril de petróleo Brent para entrega em novembro encerrou hoje no mercado de futuros de Londres a baixar 6,33%, para 64,65 dólares, após ter subido 14,59%, devido aos ataques às instalações de uma petrolífera saudita.

O crude do mar do Norte, de referência na Europa, concluiu a sessão no International Exchange Futures a cotar 4,37 dólares abaixo dos 69,02 dólares com que fechou as transações na segunda-feira.

O preço do barril de petróleo Brent recuou depois de a Arábia Saudita anunciar que recuperou mais da metade da produção afetada por dois ataques de ‘drones’, que ocorreram no sábado.

Na segunda-feira, o preço do Brent tinha subido 14,59%, para 69,02 dólares, após os ataques reivindicados pelos rebeldes Houthis do Iémen contra instalações de uma petrolífera saudita.

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