Na nota, a Missão de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA) acrescenta que os detidos vão ser interrogados pelas autoridades judiciais centro-africanas, com o apoio da missão da ONU, para verificar os motivos da sua presença perto de Bambari.

A FPRC é um grupo armado formado a partir da ex-coligação rebelde Seleka, de maioria muçulmana.

Os três homens estavam armados com espingardas AK47 e lança-granadas RPG, quando foram detidos, na sequência de um ataque aéreo da MINUSCA, que provocou um morto e sete feridos nas fileiras da FPRC.

A missão da ONU voltou a pedir o cessar imediato das hostilidades e reiterou a sua determinação em recorrer a todos os meios que lhe foram conferidos pelo Conselho de Segurança para impedir ataques a Bambari.

A ação da MINUSCA visa, entre outras, ajudar as autoridades nacionais a reduzir a presença e a ameaça dos grupos armados que agem no país, conforme a resolução do Conselho de Segurança da ONU.

As Nações Unidas enviaram cerca de 12 mil efetivos para a República Centro-Africana para restaurar a estabilidade, após os conflitos de 2013, iniciados na sequência da deposição do então Presidente François Bozizé pelos rebeldes Seleka.

Portugal tem, neste país, 160 militares, dos quais 111 são Comandos, no âmbito da participação na MINUSCA, além de mais 11 homens envolvidos na missão da União Europeia.

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