A notícia foi avançada pelo jornal Público, que recordou alguns dos maiores êxitos da banda portuense de pop-rock eletrónico, como “Lolita”, “John Wayne”, “Pois, Pois” e “Mama Papa”.

A banda era composta atualmente por Luciano Barbosa (nome artístico de Gonçalo Vaz), um dos cofundadores, a par de Anselmo Canha (baixo), Manuel Ribeiro (teclas) e Paulo Lopes (guitarras).

Fonte da banda que pediu para não ser nomeada disse à Lusa que Luciano Barbosa se encontrava doente há algum tempo, "mas com a situação controlada", pelo que o falecimento, na noite de quinta para sexta-feira, num hospital de Lisboa, "foi uma surpresa".

O funeral do vocalista realizou-se hoje de manhã, tendo sido sepultado no cemitério do Alto de São João, em Lisboa.

Em 2017, os quatro elementos da banda voltaram aos concertos após uma década de pausa.

"A situação dele era a da banda. Trabalhávamos esporadicamente devido à nossa situação pessoal", disse a mesma fonte, acrescentando que o vocalista "deixou um espaço aberto que já não se fecha. Tudo o que o Luciano fez está a agir".

Luciano Barbosa, que estudou em Londres enquanto jovem, fez a sua carreira musical sobretudo no Porto, e fundou a banda Repórter Estrábico em 1985.

"Vão ver, vão pesquisar o que foi feito, e usufruam", comentou ainda a mesma fonte.

A discografia dos Repórter Estrábico reúne "Uno Dos" (1991), "Bigo" (1994), "Disco de Prata" (1995), "Mouse Music" (1999), "Requiem EP" (2002) e "Eurovisão" (2004).

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