Em conferência de imprensa, Matos Fernandes referiu que foram requisitados 521 elementos das forças armadas e das forças policiais para assegurar as cargas e descargas de combustível.

“Foram formados entre as forças de segurança e as armadas 521 pessoas para fazer estas tarefas [cargas e descargas]”, referiu o governante.

Matos Fernandes disse ainda que não estará um elemento das forças de segurança por posto de abastecimento de combustíveis, revelando não possuir números sobre quantos elementos estarão a cargo da segurança.

“Não tenho números”, afirmou, precisando que o Estado e as entidades públicas estão prontas para atuar no caso de incumprimento dos serviços mínimos.

Os sindicatos Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e Independente de Motoristas de Mercadorias (SIMM) marcaram uma greve, que começa na segunda-feira, por tempo indeterminado, acusando a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) de não querer cumprir o acordo assinado em maio.

Os representantes dos motoristas pretendem um acordo para aumentos graduais no salário-base até 2022: 700 euros em janeiro de 2020, 800 euros em janeiro de 2021 e 900 euros em janeiro de 2022, o que, com os prémios suplementares que estão indexados ao salário-base, daria 1.400 euros em janeiro de 2020, 1.550 euros em janeiro de 2021 e 1.715 euros em janeiro de 2022.

Também se associou à greve o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN).

O advogado do SNMMP, Pedro Pardal Henriques, disse na quarta-feira que os plenários de trabalhadores no sábado são a "última oportunidade" para a Antram apresentar uma proposta que cancele a greve dos motoristas.

(Notícia atualizada às 15h00)

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