Na página da internet, a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL) adianta que o Ministério Público (MP) requereu o julgamento em processo singular contra os oito arguidos: seis militares da Guarda Nacional Republicana, um bombeiro e um civil.

A PGDL refere que, em 20 de junho de 2015, no Bairro Novo de Alcoitão, em Alcabideche, os seis militares da GNR, que não se encontravam ao serviço nesse dia, foram agredidos e provocados com expressões ofensivas pelo arguido civil e outras pessoas não identificadas.

Após as agressões e depois de os militares da GNR feridos terem recebido tratamento hospitalar, os guardas regressaram ao bairro, acompanhados pelo amigo bombeiro, e detiveram o civil, agora arguido, e levaram-no para o subdestacamento da GNR de Alcabideche, adianta o MP.

A PGDL sublinha que, no interior do posto da GNR, os arguidos agrediram o detido, aplicando-lhe “um número indeterminado de golpes com objetos de natureza contundente”.

O MP requereu a recolha de ADN aos arguidos.

A investigação foi efetuada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Cascais, com a coadjuvação da PJ.

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