“A adesão da Finlândia e da Suécia tornará a Aliança mais forte e toda a zona euro-atlântica mais segura. A Turquia tem preocupações de segurança legítimas relacionadas com o terrorismo, às quais devemos dar resposta”, declarou o norueguês Jens Stoltenberg.

O secretário-geral da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte) acrescentou que as partes vão prosseguir as conversações e expressou o desejo de chegar a um acordo “o mais rapidamente possível”.

Enquanto a Turquia ameaça bloquear a adesão da Suécia e da Finlândia à Aliança Atlântica, o porta-voz da Presidência turca, Ibrahim Kalin, afirmou hoje que a cimeira da NATO marcada para a próxima semana em Madrid não é um “prazo” para decidir sobre as candidaturas dos dois países nórdicos à organização de defesa ocidental.

Ancara acusa Estocolmo e Helsínquia de acolherem membros do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), classificado como “terrorista” pela Turquia.

Denunciou igualmente a presença nos dois países de apoiantes do clérigo Fethullah Gülen, que acusa de ter orquestrado a tentativa de golpe de Estado de julho de 2016.

A Turquia afirmou na semana passada ter transmitido por escrito aos Governos sueco e finlandês as suas exigências e esperar, da parte deles, “respostas concretas”.

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