“Peço-vos que façam por Hillary o que fizeram por mim”, disse Obama num comício em Ann Arbor, no estado do Michigan, o primeiro de três em que participará hoje em favor da candidata democrata, na véspera do escrutínio.

“Amanhã (terça-feira), devem escolher entre uma política grosseira, divisionista, tacanha, que nos faria andar para trás, e uma política que diz ‘somos mais fortes juntos'”, declarou o Presidente, retomando o ‘slogan’ da campanha de Hillary, “Stronger Together”.

E “têm a oportunidade de eleger a nossa primeira mulher Presidente”, frisou Obama, perante os apoiantes da candidata que repetiam o ‘slogan’ “Yes, We Can!”, da sua própria campanha presidencial, em 2008.

O chefe de Estado salientou que conhece bem Hillary Clinton, que “dedicou a sua vida a tornar este país melhor”, e instou os norte-americanos a votarem na antiga primeira-dama, que tem suscitado menos entusiasmo que ele em 2008.

“Não devem simplesmente votar contra alguma coisa. Têm, de facto, uma candidata que está à altura do vosso voto, uma candidata que é inteligente, uma candidata que é sólida, uma candidata que já deu provas”, prosseguiu Obama, que escolheu Hillary Clinton como sua chefe da diplomacia no primeiro mandato.

Barack Obama admitiu estar “um pouco comovido” neste final de campanha: “É provavelmente o meu último dia de campanha por uns tempos”, explicou o Presidente cessante, que deixará a Casa Branca a 20 de janeiro de 2017.

Com um total de nove comícios, um dos quais marcado para pouco antes da meia-noite, Donald Trump e Hillary Clinton terminam hoje, num ritmo frenético, uma campanha presidencial que dividiu os Estados Unidos e que foi a mais violenta da história do país.

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