"É necessário melhorar a proposta de OE para 2017 e, por isso, vamos discutir com os grupos parlamentares a quem pedimos reuniões, cinco áreas que consideramos prioritárias e que têm de ser alteradas na especialidade", disse Arménio Carlos á agência Lusa no final do congresso da Interjovem.

Para a CGTP é fundamental que o Governo altere a política de rendimentos da Administração Pública, porque não aceita a continuação do congelamento de carreiras e de salários dos funcionários públicos, e que ponha em prática uma politica fiscal mais justa, nomeadamente com maior progressividade dos escalões de IRS.

A qualidade do emprego é outra das exigências da central, que criticou o facto de o Governo admitir a contratação de trabalhadores a prazo para o setor público, quando se tratam de necessidades permanentes para assegurar a prestação de serviços à população nas áreas da saúde, educação e transportes.

Arménio Carlos encerrou a 8.ª Conferência Nacional Interjovem, que funciona como congresso, defendendo o reforço da luta contra a precariedade.

O sindicalista disse à Lusa que a precariedade é atualmente o maior problema da juventude, e não só, "que tem de ser definitivamente combatido".

"Este país só terá futuro se romper com o modelo de baixos salários e trabalho precário e apostar na qualificação e na rentabilização das habilitações dos jovens", afirmou.

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