“Este é um orçamento de namoro fingido, um namoro mais ou menos ocultado entre este senhor que aqui está por baixo de mim, o senhor primeiro-ministro, e a bancada que está à minha esquerda, que é o Bloco de Esquerda”, afirmou o deputado no seu discurso de encerramento da discussão plenária do Orçamento do Estado na generalidade.

Na ótica de Ventura, “na verdade este orçamento estava decidido desde inicio” e “estava tudo combinado atrás das cortinas”.

“Todos sabíamos já qual era o sentido de voto que a geringonça mais atual, menos atual, assumida ou não assumida, iria fazer deste orçamento”, apontou.

O deputado do Chega considerou igualmente que o Orçamento do Estado para este ano “vai pela primeira vez, na história da democracia, comprar a paz social”.

“Pouco importa se vamos, ou não, executar este orçamento, as cativações aí estão para nos dizer que este outro senhor, o senhor ministro das Finanças, decidirá no fim quem pode gastar e o que é que pode gastar”, criticou, notando que BE e PCP “voltarão a dizer que é uma vergonha, mas nada farão para impedir que este Orçamento do Estado chegue à frente”.

Reiterando que este é um orçamento “em que ninguém acredita”, o deputado do Chega disse que “ninguém neste país será capaz de acredita nestas previsões”.

“São tão irrealistas, tão irrealistas que nem eu acreditaria se não tivesse visto um primeiro-ministro que não ganhou as eleições conseguir formar governo em Portugal”.

André Ventura advogou ainda que “o símbolo desde Orçamento do Estado” é “um Estado que não para de aumentar para os portugueses, cada vez mais, cada diz mais terem menos dinheiro no bolso”.

“É verdadeiramente isto, um escândalo”, frisou.

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