"Com recursos próprios, o município tem conseguido proceder à eliminação dos diversos ninhos identificados, encontrando-se já a definir estratégias para uma célere neutralização dos restantes ninhos ativos", refere a autarquia, em comunicado enviado à agência Lusa.

O município agradece a quem ajuda a localizar os ninhos da espécie invasora, que "é uma tarefa fundamental para uma intervenção rápida e eficaz".

Reconhecendo a pertinência do combate à vespa asiática, a autarquia refere que os serviços florestais da autarquia vão continuar recetivos a todos os alertas que forem emitidos relativamente à localização de eventuais ninhos.

Como não tem predadores naturais, a vespa asiática coloca em perigo a biodiversidade, as abelhas e consequentemente a polonização, podendo ameaçar também a segurança das pessoas.

A vespa asiática é de tamanho superior e mais escura do que a vespa comum, e com apenas uma lista amarela no abdómen, não devendo ser confundida com a vespa crabro que é ainda maior, mas com o abdómen todo amarelo e que não representa uma ameaça.

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