“Na madrugada do passado sábado, dia 15 de junho, no decurso de uma ação de fiscalização, uma patrulha da GNR foi baleada por indivíduos que se colocaram em fuga, tendo ferido os militares na cara e nas mãos. Um dos militares continua internado, com uma bala alojada no maxilar”, refere o texto dos democratas-cristãos.

O CDS-PP refere que o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2018 dá conta de que no ano passado 1.159 elementos das forças e serviços de segurança ficaram feridos em serviço, sem necessidade de internamento, enquanto em 2017 esse número foi de 265.

“Estes números são preocupantes indiciando uma quebra da autoridade do Estado à qual não serão alheias as crescentes dificuldades para o exercício das suas funções e missões que os elementos das forças e serviços de segurança têm vindo a denunciar sistematicamente”, concluem, apelando a que o ataque aos militares da GNR mereça uma “reflexão por parte dos poderes públicos e políticos”.

Na parte resolutiva do voto hoje aprovado, refere-se que a Assembleia da República “manifesta a sua mais veemente condenação pelo crime de que foram alvo os dois militares da Guarda Nacional Republicana e exprime a sua solidariedade e apoio para com os homens e mulheres das forças de segurança”, bem como com os familiares dos militares feridos.

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