Numa coluna que assina no jornal Het Nieuwsblad, Patrick Lefevere confirmou que o português “vai deixar a equipa no final da época”, apontando o dedo ao agente, que mostrou “pouco respeito nas negociações”.

“Disse-me: ‘Patrick, juro nos meus filhos que’… sou alérgico a isto. Quem é honesto não precisa de usar essa linguagem”, criticou.

João Almeida registou hoje o quarto melhor tempo no contrarrelógio individual que abriu o Giro, conseguindo a melhor marca entre os candidatos à vitória final, num ano em que regressa a Itália depois do quarto lugar final de 2020, com 15 dias seguidos como líder.

Este ano, tem a companhia do ‘prodígio’ belga Remco Evenepoel, a regressar à competição após ausência prolongada, e muito se tem especulado sobre a verdadeira liderança da equipa.

“São as pernas que decidirão [a estratégia da equipa]. (…) Não quero saber se ganho o Giro com um belga ou um português, a equipa é mais importante. O João é o líder, o Remco tem liberdade. Se o Remco for mais forte dos dois e o João não quiser fazer o que esperamos, arrumamos-lhe a bicicleta e abandona a corrida”, escreveu.

De resto, essa situação é “exatamente igual no caso oposto”, frisando que o coletivo é o mais forte, no dia do arranque da 104.ª edição, com Almeida, a correr no segundo ano na formação belga, e no WorldTour, em quarto e Evenepoel em sétimo.

Na liderança da geral está o italiano Filippo Ganna (INEOS), que repetiu o feito de 2020 ao vencer a primeira etapa na especialidade em que é campeão do mundo.

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