Numa pergunta enviada, através do parlamento, ao ministro do Mar, a bancada comunista alegou que chegaram ao PCP informações de que há “ainda 25 investigadores ‘à deriva’”, com “processo homologado em 2018” e que “ainda não foram integrados” através do Programa Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP).

“Esta é uma situação inaceitável e profundamente injusta para quem há anos trabalha com vínculo precário e cuja precariedade foi reconhecida, mas ainda não regularizada”, lê-se na pergunta.

O PCP “defende que a luta contra a precariedade não pode deixar para trás trabalhadores que têm desempenhado há anos a fio funções imprescindíveis nos laboratórios do Estado e que têm direito a um vínculo estável”.

A bancada comunista quer saber porque não foram integrados e que “medidas urgentes” vai o executivo adotar para a regularização os vínculos precários destes investigadores.

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