A ação, que foi convocada através das redes sociais, durou cerca de uma hora na Plaza Mayor de Salamanca, na província espanhola de Castela e Leão.

Durante a concentração foram ouvidas muitas frases de ordem a favor da unidade do país, como “Eu sou espanhol”, “Demissão [Carles] Puigdemont (presidente do executivo regional catalão)” ou “Viva Espanha”.

Muitos participantes exibiam bandeiras espanholas e alguns transportavam uma faixa onde se podia ler a frase: “Guardia Civil e Polícia Nacional, o povo decente está convosco”.

Perante aquilo que foi qualificado como inação da polícia regional catalã (designada como Mossos d’Esquadra), que tinha ordem judicial para encerrar os locais que estavam destinados à votação no referendo de domingo sobre a independência, foram chamadas a Guardia Civil e a Polícia Nacional espanhola.

Foram estes corpos de polícia de âmbito nacional que protagonizaram os maiores momentos de tensão para tentar impedir a consulta popular.

A intervenção policial para impedir a realização do referendo sobre a independência da Catalunha fez 893 feridos, segundo as autoridades regionais.

Apesar da repressão policial, 42% dos 5,3 milhões de eleitores catalães conseguiram votar e 90% deles fizeram-no a favor da independência, de acordo com o governo regional da Catalunha (Generalitat).

A consulta popular foi agendada pela Generalitat, dominada pelos separatistas, tendo o Estado espanhol, nomeadamente o Tribunal Constitucional, declarado que a consulta era ilegal.

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