“Em primeiro lugar, que dê continuidade àquilo que de bom foi feito, particularmente no combate à corrupção. A fasquia está elevada e a exigência é que o trabalho agora pela frente não deite por terra aquilo que foi alcançado e que aprofunde o combate à corrupção”, declarou.

Em declarações aos jornalistas, no parlamento, o deputado do BE apontou, por outro lado, “problemas que ainda persistem” e que devem merecer a atenção da próxima PGR, Lucília Tiago, em particular “as fugas ao segredo de justiça”, que “fragilizam a democracia”.

A Presidência da República anunciou a escolha da procuradora-geral adjunta Lucília Gago para substituir Joana Marques Vidal, por proposta do Governo, como nova PGR.

Pedro Filipe Soares recusou entrar “num concurso de nomes” afirmando que esse debate “na prática partidariza a justiça”.

“O combate à corrupção é um legado importante que nos deixa a PGR que será substituída. Esse legado não pode ser frustrado e esperamos que não aconteça”, exortou.

Para o BE, a “exigência é uma justiça que não se verga a poderosos mas que garante direitos fundamentais como o direito à inocência de quem ainda não foi condenado”.

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