Ainda agora começou agosto e as notícias já nos dão conta de uma pausa no verão com a chuva a regressar a Portugal continental na zona litoral e centro. Exato, a motivação para o resto da semana já caiu um bocadinho, não foi?

No entanto, se o plano de amanhã passar por ver o regresso das noites europeias e a estreia do FC Porto na pré-eliminatória da Liga dos Campeões, o mau tempo não vai ser um problema. Depois de já termos tido a possibilidade de ver SL Benfica e Sporting, oficialmente, em ação é a vez de a equipa de Sérgio Conceição mostrar ao mundo os processos em que tem vindo a trabalhar nestes últimos meses - sobretudo após ter perdido vários jogadores chave como Herrera, Felipe ou Brahimi.

Para aqueles que não têm medo da chuva, recorde-se que amanhã começa o festival Bons Sons, com a receção ao campista. Eu fui às duas últimas edições - e não vou falhar o hattrick, pois claro - e não podia deixar de aconselhar um festival que me apaixona. Para além da premissa de um cartaz só com bandas portuguesas, todo o festival é um conceito, uma aldeia onde os minimercados, os cafés, os bares e as casas de quem lá mora estão abertos para receber quem se muda para Cem Soldos durante estes dias.

E é muito isto. Temos de nos distrair enquanto fazemos figas atrás das costas para que as negociações evitem a greve dos motoristas e o país “feche para obras” numa situação que poderá gerar um alarme gigante - já tivemos a experiência dos combustíveis e vimos como é que o português entra em pânico com coisa pouca.

Para isto não acabar assim, ocupo o espaço final desta página com três recomendações para acharem, primeiro, que sou um tipo moderno, segundo, um tipo culto, terceiro, um tipo parvo. Só uma destas é que está certa e acredito que o leitor rapidamente chegará à resposta certa:

1 - O documentário “The Great Hack” da Netflix, para percebermos no que o mundo que fundámos e que alimentámos se tornou;
2 - O livro “Humús”, de Raúl Brandão. Foi-me vendido como um dos livros essenciais da literatura portuguesa. Valeu por cada linha.
3- Voltar a jogar “Pokemon Go”. Porquê, não é? Porquê esta sugestão? Sou-vos sincero, também não sei. Mas a verdade é que voltei ao jogo que pelo qual esperei ansiosamente o lançamento em 2016 e do qual me tinha afastado. Afinal de contas, o que há de mau em ir dar uma volta depois de jantar e alimentar a fantasia de ter um Charizard?

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