“É o Presidente quem decide se pretende ou não pretende convidá-lo para uma cimeira”, declarou o secretário de Estado dos EUA em conferencia de imprensa, e quando Donald Trump foi criticado pela intenção de convidar Putin para esta cimeira dos países industrializados, apesar de Moscovo ser acusado e ter oferecido recompensas aos talibãs para matarem tropas norte-americanas e ocidentais no Afeganistão.

“É a ele [Donald Trump] que compete tomar essa decisão” disse Pompeo, acrescentando: “Mas estou convencido que é absolutamente importante que tenhamos contactos mais frequentes com os russos”.

Segundo os ‘media’ norte-americanos, agentes russos distribuíram dinheiro a combatentes “próximos dos talibãs” para que matassem soldados norte-americanos ou da NATO no Afeganistão.

A Rússia e os talibãs desmentiram estas informações, mas Pompeo indicou que os Estados Unidos vigiam desde há muito as atividades de Moscovo no Afeganistão.

“Quando vemos informações credíveis que sugerem que a Rússia coloca vidas norte-americanas em perigo, respondemos de forma séria”, declarou. “Nós advertimo-los, nós falamos com eles? A resposta é: claro que o fazemos”.

“Levámos isto a sério. E foi gerido de forma adequada. Desde há dez anos que os russos vendem armas que colocam os norte-americanos em perigo. Exprimimos o nosso desacordo”, acrescentou.

De acordo com os ‘media’, que citam fontes anónimas dos serviços secretos dos EUA, estas informações foram transmitidas a Trump, e o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca discutiu o tema em finais de março mas sem que tenha sido adotada qualquer ação.

Em paralelo, e no início de junho, Trump voltou a propor que o seu homólogo russo Vladimir Putin seja convidado para a próxima cimeira do G7, após ter sido excluído deste conclave em 2014, até então designado por G8, devido à anexação da península da Crimeia.

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