Na zona euro, a taxa de ofertas de emprego subiu, nos primeiros três meses do ano, para os 2,1%, face aos 1,9% homólogos e aos 2,0% do trimestre anterior.

Na UE, as ofertas de emprego aumentou para os 2,2%, quer na comparação homóloga (1,9%), quer em cadeia (2,0%).

Segundo o gabinete de estatísticas da UE, a Grécia registou a menor oferta de emprego (0,7%), seguindo-se Portugal e Espanha (0,9% cada), a Bulgária e a Irlanda (1,0% cada).

No extremo oposto situam-se, com as maiores taxas, a República Checa (4,8%), a Bélgica (3,5%), a Alemanha e a Suécia (2,9% cada).

As ofertas de emprego em Portugal subiram ligeiramente, entre janeiro e março, face aos 0,8% do trimestre anterior mas mantiveram-se estáveis na comparação homóloga (0,9%).

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