“A expetativa é que, durante a manhã, consigamos dominar o incêndio com a ativação dos meios aéreos clássicos e ligeiros, num total de seis, o que poderá fazer a diferença” no combate ao fogo que lavra desde as 14:46 de segunda-feira, disse à Lusa o adjunto de Operações Nacional, Marco Martins.

Segundo explicou, durante a noite existiram “condições favoráveis” para o combate, o que permitiu que o incêndio ficasse “dominado em cerca de 90% do seu perímetro”.

Durante a noite, o vento foi “muito reduzido”, criando condições para o combate ao fogo com meios terrestres e por combate indireto, através da “abertura de aceiros com as máquinas de arrasto que estão no local”, avançou Marco Martins.

Atualmente, pelas 09:30, encontram-se duas frentes ativas, em locais de difícil acesso, “sendo que ambas vão ser combatidas com os meios aéreos durante a manhã, sendo a perspetiva favorável para que haja sucesso na missão de combate e o incêndio fique dominado nas próximas horas”.

O vento mantém-se “com velocidade reduzida a moderada”, mas a perspetiva é que a intensidade e a direção do vento venham a sofrer alterações”, de forma que o principal objetivo é dominar de manhã o incêndio, “para não se correr riscos da parte da tarde”, frisou.

O incêndio em mato em pleno Parque Nacional da Serra da Estrela, que teve pelas 14:46 de segunda-feira, tem agora duas frentes ativas e durante a madrugada começou a progredir para um local de difícil acesso aos veículos de combate.

O incêndio de Seia é o único que surge no ‘site’ da ANPC como “ocorrência importante”, o que representa que é um fogo de grandes dimensões, com duração superior a três horas e com mais de 15 meios de proteção e socorro envolvidos, mas apenas contemplam os incidentes do continente, já que as regiões autónomas têm serviços próprios nesta área.

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