O ministro da Saúde queniano considerou, numa mensagem colocada no ‘Twitter’, que hoje é um “dia histórico” para este país, o terceiro a introduzir a aplicação da vacina em África, a seguir ao Maláui e ao Gana.

A malária é uma das principais causas de morte em África, reclamando a vida de 435 mil pessoas todos os anos, a maioria das quais são crianças com menos de cinco anos.

Apesar de a vacina apenas proteger cerca de um terço das crianças que são imunizadas, aqueles que são vacinados têm uma probabilidade maior de ter casos menos severos de malária.

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